Esse espaço se destina à reflexão e discussão de questões de natureza social e ambiental, que por sua complexidade, constituem um persistente desafio na formulação de perguntas, e na busca de respostas. No dizer de alguns pensadores, a razão não se põe problemas que já não tenha como resolvê-los. Convido a todos, e em especial meus alunos do Direito, Serviço Social, Administração e do Curso de Arquitetura e Urbanismo, para pensarmos juntos "saída" desse labirinto que é a modernidade.
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Resumo do Trabalho para o VIII Fórum de Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente.
PRINCÍPIO
DA PRECAUÇÃO, SEGURANÇA ALIMENTAR E MEIO AMBIENTE NA DECISÃO DO TRIBUNAL DE
JUSTIÇA DA COMUNIDADE EUROPEIA: LIÇÕES PARA O BRASIL?
Palavras-Chaves:
OGM’s; Segurança Alimentar; Princípio da Precaução; Meio Ambiente.
[1]SENA,
FALBERT MAURICIO DE
Com base no método do
direito comparado, o estudo se volta a identificar qual o conceito jurídico de
OGM (Organismo Geneticamente Modificado) que passou a ser vinculante para as
instituições políticas e jurídicas da União Europeia, tanto no domínio da agricultura
como do meio ambiente, a partir da decisão do Tribunal de Justiça da União
Europeia - TJCE (Acórdão C-442/09). A investigação busca apontar que em tal
decisão, o princípio da precaução, originalmente vinculado à defesa do meio
ambiente, torna-se preponderante na esfera da segurança alimentar. Para tanto,
examina o disposto no Regulamento 178/2002/CE, que cria a Autoridade Europeia
de Segurança Alimentar, bem como o Regulamento nº 1.829/2003/CE, que exige
autorização especial para sua comercialização nos casos de produtos
alimentícios derivados de organismos geneticamente modificados ou que contenham
ingredientes destes. Considerando a decisão do TJCE, que estabelece que a
presença de pólen de milho transgênico no mel pode ser interpretada como
ingrediente transgênico, ainda que inerte, conclui-se: 1) Que a decisão expressa
os objetivos da Diretiva 2001/18/CE que regula a liberação de OGM’s no meio
ambiente; 2) Permite sua extrapolação, via analogia, para outros países fora do
âmbito comunitário, que tenham regimes jurídicos permissivos quanto ao duplo cultivo
(convencional e transgênico), como é o caso do Brasil.
[1] Mestrando no Programa de
Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente – UNIARA-SP.
Professor de Direito Ambiental e Urbanístico - IMESB.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
QUESTÕES DE DIREITO URBANÍSTICO
1)
O artigo 182 da Constituição Federal
estabelece que a política de desenvolvimento urbano executada pelo Poder
Municipal deverá seguir diretrizes gerais fixadas em lei. Com respeito a essa
última disposição, a Constituição Federal está se referindo à competência:
( ) Do Estado-membro, no qual o município está
inserido, que possui competência concorrente para estabelecer normas gerais de
direito urbanístico;
( ) Do Estado-membro, no qual o município está
inserido, que possui competência suplementar para estabelecer normas gerais de
direito urbanístico;
( ) Da União, que tem competência concorrente
com os demais entes da Federação, para
estabelecer normas gerais em matéria urbanística;
( ) Da União, que tem competência privativa para
estabelecer normas específicas em matéria urbanística;
2)
Por influência da ideologia da Carta de
Atenas, de 1933, a ordem jurídica constitucional e infraconstitucional se serve
do conceito de cidade funcional. Nesse sentido, a política urbana deve realizar
quatro funções sociais, quais sejam:
( ) Econômica, Politica, Trabalho e de
Segurança;
( ) Habitação, Trabalho, Recreação e Circulação;
( ) Militar, Organizacional, Ideológica e
Circulação;
( ) Habitação, Trabalho, Justiça e Recreação;
3)
Para José Afonso da Silva, três
conceitos são fundamentais no desenvolvimento do direito urbanístico:
urbanização, urbanismo e urbanificação, que podem ser entendidos,
respectivamente, como:
( ) Processo no em que a população urbana
cresce em proporção superior à população rural; ciência que se propõe a estudar
o processo de ocupação do espaço urbano de forma organizada; processo
deliberado de correção da urbanização.
( ) Processo no em que a população urbana
cresce em proporção inferior à população rural; ciência que se propõe a estudar
o processo de ocupação do espaço urbano de forma organizada; processo
deliberado de correção da urbanização.
( ) Processo no em que a população urbana
cresce em proporção superior à população rural; processo deliberado de correção
da urbanização ;ciência que se propõe a estudar o processo de ocupação do
espaço urbano de forma organizada;
( ) Ciência que se propõe a estudar o
processo de ocupação do espaço urbano de forma organizada; processo deliberado
de correção da urbanização; Processo no em que a população urbana cresce em
proporção superior à população rural;
4)
Como conceito nuclear do direito
urbanístico, o princípio da função social da propriedade urbana se realiza,
segundo disposição constitucional (art. 182, § 2º, CF) quando:
( ) Se atende as exigências fundamentais de
ordenação da cidade, expressas na Lei Orgânica do Município;
( ) Se
atende as exigências fundamentais de ordenação da cidade, expressas no Plano
Diretor;
( ) Se atende as exigências fundamentais de
ordenação da cidade, expressas no Estatuto da Cidade;
( ) Se atende as exigências fundamentais de
ordenação da cidade, expressas na Constituição Federal;
5)
Na distribuição de competências entre os
entes da Federação, sabemos que aos Estados-Membros está reservada a
competência residual. No entanto, a Constituição Federal de 1988 dispõe, de
forma inovadora, que o Estado-membro em matéria urbanística poderá:
( ) Intervir
nos Municípios, no casos que estes descumpram as normas urbanísticas do
Estatuto da Cidade;
( ) Instituir
tributos, como IPTU, nas regiões
metropolitanas, de maneira a corrigir eventuais distorções no adensamento
urbano;
( ) Instituir distritos nos municípios que
tenham alta concentração populacional para realizar a função de habitação
estabelecida na Constituição Federal;
( ) Instituir regiões metropolitanas,
aglomerações urbanas e microrregiões, constituídas por agrupamentos de
municípios limítrofes;
6)
Com relação às regiões metropolitanas,
assinale a única afirma que não está correta:
( ) Os Estados-membros não podem vir a ser
parte na sua constituição, figurando apenas os municípios limítrofes;
( ) Um só município não pode vir a ser
constituir em região metropolitana, exigindo-se uma pluralidade de entes;
( ) O
ente municipal não é autônomo para integrar regiões metropolitanas, que uma vez
instituída torna compulsória sua participação;
( ) A
constituição de região metropolitana não implica na criação de um novo ente
político em razão de não possuir corpo legislativo próprio;
7)
No julgamento da ADI 1.842/2013, o STF
decidiu que:
( ) Na criação de região metropolitana, o
Estado-membro é titular exclusivo da
concessão de serviços públicos da nova região;
( ) Na criação de região metropolitana, a
União é titular exclusivo da concessão
de serviços públicos da nova região;
( ) Na criação de região metropolitana, o
Estado-membro não é titular da concessão de serviços públicos da nova região,
pois isso feriria a autonomia dos entes municipais;
( ) Na criação de região metropolitana, os
municípios integrantes transferem para o Estado instituidor a titularidade da
concessão de serviços públicos da nova região.
terça-feira, 16 de junho de 2015
QUESTÕES DE DIREITO AMBIENTAL
DIREITO
AMBIENTAL
PROF.
FALBERT MAURICIO DE SENA
1)
Dentre os temas fundamentais no direito
ambiental figura a questão da poluição. A Lei n.º 6.938/81 define a poluição em
seu artigo 3º, inciso III, como a degradação da qualidade ambiental a partir de
diversas situações. Dentre as alternativas abaixo qual não faz parte da
definição de poluição:
( ) lancem matérias ou energia em desacordo
com os padrões ambientais estabelecidos;
( ) afetem desfavoravelmente a biota;
( ) prejudiquem a saúde, a segurança e o
bem-estar da população;
( ) lancem matérias ou energia em
conformidade com os padrões ambientais estabelecidos;
2)
Dentre as atividades definidas como
poluição pela Lei n.º 6.938/81 encontram-se aquelas que diretamente ou
indiretamente “criem condições adversas às atividades sociais e econômicas”. Qual
acidente marítimo abaixo poderia ser enquadrado na referida definição levando
em conta sua ocorrência no mar territorial brasileiro:
( ) Chernobyl;
( )
Ixtoc1;
( ) Bhopal;
( ) Césio-137
3)
Quanto à poluição marinha por alijamento,
definido como “todo despejo deliberado no mar, de resíduos e outras substâncias
efetuado por embarcações, aeronaves, plataformas ou outras construções no mar”
(Decreto nº 87.566/1982), pode-se dizer:
( ) Que o derramamento de óleo da plataforma
de petróleo no Golfo do México, Ixtoc-1, pode ser considerado um caso exemplar.
( ) Que o derramamento de óleo da plataforma
de petróleo no Golfo do México, Ixtoc-1, não pode ser considerado alijamento,
pois foi caracterizado como acidental.
( ) Que o derramamento de petróleo no Golfo
do México, Ixtoc-1, não pode ser
considerado alijamento, haja vista ter ocorrido a partir de poço de perfuração
em terra.
( ) Que o derramamento de petróleo no Golfo
do México, Ixtoc-1, não pode ser considerado alijamento, pois foi produzido apenas por elementos
naturais, independentemente da ação humana.
4)
O Decreto nº 1.530, de 22 de junho de
1995, que internaliza no ordenamento jurídico brasileiro a Convenção das Nações
Unidas sobre o Direito do Mar, dispõe em seu artigo 193, que o país pode
exercer sua soberania sobre seus recursos naturais em seu mar territorial:
( ) De forma plena, da mesma forma como
exerce a soberania em território terrestre, não podendo ser demandado
internacionalmente.
( ) De forma plena, da mesma forma como
exerce a soberania em território terrestre, desde que proteja e preserve o meio
marinho.
( ) De forma relativa, pois o mar territorial
pertence a toda a humanidade como sujeito de direito internacional;
( ) De forma relativa, pois o mar
territorial é bem cujo titular é a Organização das Nações Unidas, promotora da
Convenção sobre Direito do Mar;
5)
Quanto ao princípio do Poluidor-Pagador,
examinado por Alaôr Caffé Alves, podemos afirmar:
( ) Consiste na obrigação do empreendedor,
público ou privado, em ressarcir os danos que venha a causar, o que lhe garante
um direito de continuar poluindo, haja vista ter pago para isso;
( ) Consiste na obrigação do empreendedor,
público ou privado, em ressarcir os danos que venha a causar, para assim
desestimular a conduta poluidora, com a vedação de internalizar os custos;
( ) Consiste na obrigação do empreendedor,
público ou privado, em ressarcir os danos que venha a causar, tendo função mais
pedagógica que sancionadora;
( ) Consiste na obrigação do empreendedor,
público ou privado, em ressarcir os danos que venha a causar ao meio ambiente,
mesmo com a possibilidade de internalização dos custos;
6)
Ainda conforme a analise do jurista
Alaôr Caffé Alves, mesmo com a internalização dos custos da poluição feita pelo
empreendedor, e a transferência desses custos para a sociedade, o princípio do
poluidor-pagador se mostra vantajosa pois:
( ) Conduz a formas organizativas muito mais
avançadas que priorizam o sistema de responsabilidade individual e o sistema de
empreendimento privado em conexão necessária com os interesses coletivos, com
os interesses sociais difusos;
( ) Conduz a formas organizativas muito
mais avançadas que priorizam o sistema de responsabilidade subjetiva e o
sistema de empreendimento privado sem conexão necessária com os interesses
coletivos, com os interesses sociais difusos;
( ) Conduz a formas organizativas muito
mais precárias que priorizam o sistema de responsabilidade objetiva e o sistema
de empreendimento privado sem conexão necessária com os interesses coletivos,
com os interesses privados das grandes corporações;
( ) Conduz a formas organizativas
estatizadas que priorizam o sistema de responsabilidade objetiva e o sistema de
empreendimento privado sem conexão com base na responsabilidade subjetiva;
7)
Segundo ainda o jurista Alaôr Caffé
Alves, um dos exemplos de institucionalização do “Princípio da Exigência das
Condições Particularizadas para Empreendimentos Econômicos e Sociais”, é:
( ) EIA-RIMA ( Estudo de Impacto Ambiental e
Relatório de Impacto Ambiental)
( ) TAC ( Termos de Ajustamento de Conduta)
( ) BOA (Boletim de Ocorrência Ambiental)
( ) Ação Civil Pública Ambiental;
.
domingo, 31 de maio de 2015
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA UNIÃO EUROPEIA DECIDE SOBRE TRANSPORTE DE ANIMAIS.

A proteção aos animais durante o transporte, prevista no direito da União Europeia, deve continuar mesmo fora das fronteiras externas da EU: Acórdão no processo C-424/13. Zuchtvieh-Export GmbH / Stadt Kempten. Segundo os Tratados da UE, a União e os Estados-Membros devem ter em conta as exigências de bem-estar dos animais como seres sensíveis (artigo 13.º TFUE). Nessa perspectiva, o legislador da União, por meio de um regulamento, rege pormenorizadamente a proteção dos animais durante o transporte.
Esse regulamento baseia-se, por um lado, no princípio de que os animais não devem ser transportados em condições em que corram o risco de se ferirem ou de serem sujeitos a sofrimentos inúteis e, por outro, na consideração de que o bem-estar dos animais implica que os transportes de longa duração sejam tão limitados quanto possível. Um tribunal alemão, o Bayerischer Verwaltungsgerichtshof (tribunal administrativo bávaro) , pretende saber – por um reenvio prejudicial - se as exigências relativas ao diário de viagem se aplicam também, no caso de um transporte de um Estado-Membro para um Estado terceiro. O Tribunal de Justiça responde afirmativamente a essa questão.
Assim, para que a autoridade competente do local de partida possa autorizar um transporte que implique uma viagem de longo curso de cavalos, bovinos, porcos, carneiros ou cabras, o organizador da viagem deve apresentar um diário de viagem realista que denote que as disposições do regulamento serão respeitadas, incluindo na parte da viagem fora da UE. O planeamento da viagem resultante do diário de viagem deve mostrar que o transporte previsto respeitará, nomeadamente, as especificações técnicas relativas aos intervalos para beber água e de alimentação e aos períodos de viagem e de repouso. Se o diário de viagem não respeitar essas exigências, a autoridade pode exigir uma alteração dos planos.
Assim, para que a autoridade competente do local de partida possa autorizar um transporte que implique uma viagem de longo curso de cavalos, bovinos, porcos, carneiros ou cabras, o organizador da viagem deve apresentar um diário de viagem realista que denote que as disposições do regulamento serão respeitadas, incluindo na parte da viagem fora da UE. O planeamento da viagem resultante do diário de viagem deve mostrar que o transporte previsto respeitará, nomeadamente, as especificações técnicas relativas aos intervalos para beber água e de alimentação e aos períodos de viagem e de repouso. Se o diário de viagem não respeitar essas exigências, a autoridade pode exigir uma alteração dos planos.
FONTE: Newsletter do Núcleo de Estudos em Tribunais Internacionais (NETI-USP). 02 ABRIL 2015
domingo, 12 de abril de 2015
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 7) COM BASE NAS DISCUSSÕES EM SALA E NOS SLIDES DEPOSITADOS NO YAHOO GRUPO, RESPONDA A QUESTÃO.
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 7)
Entre a Declaração de Estocolmo sobre Meio Ambiente Humano em 1972 e a
Declaração do Rio de Janeiro sobre Desenvolvimento em 1992, o mundo presenciou
grandes acidentes ambientais tais como de Amoco Cadiz, de 1978, Bhopal em 1984
e de Chernobyl em 1986. Esses acidentes suscitaram grandes controvérsias em
termos de responsabilidade civil, especialmente no que diz respeito:
a- ( ) A responsabilidade dos
governos das empresas poluidoras que ficam obrigados a indenizar as vítimas mesmo
de não nacionais.
b- ( ) A criação de um
fundo internacional para cobrir todas as indenizações por danos ambientais, não
alcançando danos pessoais.
c- ( ) A competência para
julgamento de pessoas físicas por acidentes nucleares.
d- ( ) Àquilo que ficou conhecido como “levantar do véu”, que ressalta a tentativa das empresas matrizes de não se responsabilizarem pelas condutas de suas filiais instaladas em outros países quando da ocorrência de dano ambientais.
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 6) COM BASE NAS DISCUSSÕES EM SALA E NOS SLIDES DEPOSITADOS NO YAHOO GRUPO, RESPONDA A QUESTÃO.
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 6)
Além da Declaração
sobre Meio Ambiente Humano, a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente de 1972 em
Estocolmo, produziu um Plano de Ação para o Meio Ambiente, cuja principal
realização foi:
a-
(
) A criação da Agenda 21, que estabelecia a responsabilidade civil por
acidentes nucleares, como o ocorrido em Chernobyl.
b- ( ) A criação do PNUMA, Programa das Nações
Unidas sobre Meio Ambiente, com sede em Nairobi, Quênia, cujo primeiro
Secretário foi Maurice Strong.
c-
( ) O Protocolo de Montreal sobre Substâncias
que destroem a Camada de Ozônio.
d-
(
) A Convenção sobre Direitos do Mar, que estabeleceu regras para a
proteção do ambiente marinho.
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 5) COM BASE NAS DISCUSSÕES EM SALA E NOS SLIDES DEPOSITADOS NO YAHOO GRUPO, RESPONDA A QUESTÃO.
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 5)
A proteção do meio
ambiente assume repercussão e legitimidade mundial com a Conferência das Nações
Unidas sobre Meio Ambiente ocorrida em 1972 em Estocolmo. Quanto à natureza jurídica da Declaração resultante
desse grande evento podemos afirmar:
a- (
) Tem natureza convencional, ou seja, produz obrigação para todos os
países envolvidos, inclusive o Brasil.
b- ( ) Tem natureza declaratória não obrigando
nenhuma dos países participantes, mas tendo força moral, se apresentando como dispositivo
de soft
law.
c-
( ) Tem natureza convencional, ou seja, não
produz obrigação para nenhum dos países, inclusive para o Brasil.
d-
( ) Tem natureza declaratória obrigando todos os países participantes,
pois constitui de diretriz de hard law
regional.
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 4) COM BASE NAS DISCUSSÕES EM SALA E NOS SLIDES DEPOSITADOS NO YAHOO GRUPO, RESPONDA A QUESTÃO.
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 4)
Questão Adaptada de Concurso Público.
A proteção do meio
ambiente é uma preocupação constante da população, que se encontra expressa em
diversas manifestações públicas, no surgimento de várias organizações não
governamentais e nos veículos de comunicação com pautas constantes voltadas ao
tema em todo planeta. No entanto, os desastres ambientais causados pela ação do
homem e suas organizações privadas ainda persistem, causando grandes estragos,
como o derramamento de petróleo no Golfo do México, chegando às praias de
vários estados norte-americanos e gerando prejuízos ainda incalculáveis. Outro
grande desastre ambiental, considerado inesquecível e avassalador, ocorreu em
Bhopal, na Índia, quando:
a-
(
) A explosão de uma indústria química provocou a morte de 3 mil animais
e exigiu o sacrifício de 70 mil, contaminados pelo vazamento químico que não
teria provocado morte direta de seres humanos.
b-
(
) A unidade da empresa americana Union
Carbide teve vazamento de gases tóxicos, provocando a morte de
aproximadamente 2.660 pessoas, afetando cerca 30.000 mil pessoas, levando à
morte, várias delas, nos anos seguintes, em decorrência do vazamento.
c-
(
) Uma usina nuclear explodiu, causando o pior acidente nuclear da
história com impacto de destruição comparado a 400 bombas atômicas daquelas que
foram jogadas sobre as cidades japonesas de Hiroshima
e Nagasaki, levando à morte,
milhões de pessoas pela contaminação e exigindo a remoção de pelo menos 350 mil
pessoas da região afetada.
d-
(
) Um petroleiro norte-americano chamado Exxon Valdez, chocou-se contra um recife, o que gerou um vazamento de 42 mil toneladas
de petróleo, causando uma maré de 6.000Km², levando à extinção, diversas
espécies nativas da região, deixando pescadores sem trabalho, e cidades que
viviam da pesca na miséria.
e-
(
) A transposição dos rios Amu
Daria e Syr Daria causou a morte
do Mar do Aral; na verdade, um grande lago que possuía significativa atividade
piscatória, renegando a fome de milhares de pessoas que viviam economicamente
do que hoje é apenas um pequeno poço sujo e sem nenhuma vida animal ou vegetal.
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 3) COM BASE NAS DISCUSSÕES EM SALA E NOS SLIDES DEPOSITADOS NO YAHOO GRUPO, RESPONDA A QUESTÃO.
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 3)
Questão Adaptada de Concurso Público.
Passo importante na evolução das discussões sobre meio ambiente, a Conferência de Estocolmo, de 1972, realizda no âmbito das Nações Unidas, mostrou que havia, naquele momento, grande convergência entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento sobre a necessidade de reduzir, por um tempo, o rítmo de suas atividades industriais.
( )
CERTO ( ) ERRADO
sexta-feira, 3 de abril de 2015
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 2) COM BASE NAS DISCUSSÕES EM SALA E NOS SLIDES DEPOSITADOS NO YAHOO GRUPO, RESPONDA A QUESTÃO.
No plano internacional a questão ambiental teve importantes
desdobramentos, como vimos em sala de aula. Já na década de 60 e 70, o modelo
industrial dava mostra de seu esgotamento, e importantes figuras como Rachel
Carson trazia pesquisas apontando a toxidade de inseticidas como o DDT em sua
obra “Primavera Silenciosa”, de 1962. Nela, chega a afirma que “essas
substâncias não deveriam ser chamadas de inseticidas, mas de biocidas”. Leia o
texto e responda a questão seguinte:
LEI Nº 11.936, DE 14 DE MAIO DE 2009.
Proíbe a fabricação, a importação, a exportação, a manutenção em estoque, a
comercialização e o uso de diclorodifeniltricloretano (DDT) e dá outras
providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta
e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1o
É proibida, em todo o território nacional, a fabricação, a importação, a
exportação, a manutenção em estoque, a comercialização e o uso de
diclorodifeniltricloretano (DDT).
Art. 2o
Os estoques de produtos contendo DDT, existentes no País à data da
publicação desta Lei, deverão ser incinerados no prazo de 30 (trinta) dias,
tomadas as devidas cautelas para impedir a poluição do ambiente e riscos para a
saúde humana e animal.
Art. 3o
(VETADO)
Art. 4o
O Poder Executivo realizará, no prazo de 2 (dois) anos, a contar da data
da publicação desta Lei, estudo de avaliação do impacto ambiental e sanitário
causado pelo uso de DDT para controle de vetores de doenças humanas, na
Amazônia.
Art. 5o
Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 14 de maio de 2009; 188o
da Independência e 121o
da República.
Com relação a questão sobre o
DDT, assinale a ÚNICA alternativa correta, justificando no campo “Comentário”:
( ) a) Uma das razões que levou o legislador a
estabelecer na lei supra citada a determinação de avaliação de impacto
ambiental e sanitário (art. 4º) foi aquilo que Rachel Carson chamou de “seletividade” e de “toxidade em espiral” do
DDT.
( ) b) Uma das razões que levou o legislador a
estabelecer na lei supra citada a determinação de avaliação de impacto ambiental
e sanitário (art. 4º) foi aquilo que Rachel Carson chamou de “não seletividade”
e “toxidade em espiral” do DDT.
( ) c) Uma das razões que levou o legislador a
estabelecer na lei supra citada a determinação de avaliação de impacto ambiental
e sanitário (art. 4º) foi aquilo que Rachel Carson chamou de “mesmerização” do DDT.
DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 1) COM BASE NAS DISCUSSÕES EM SALA E NOS SLIDES DEPOSITADOS NO YAHOO GRUPO, RESPONDA A QUESTÃO.
O surgimento do Direito Ambiental enquanto disciplina com objeto próprio na "federação" das disciplinas jurídicas comportou uma evolução que pode ser esquematicamente divisada e explicada conforme os enunciados abaixo. Marque a ÚNICA questão correta na enquete ao lado, e JUSTIFIQUE sua resposta no campo "COMENTÁRIO", enviando com sua identificação, para atribuição de nota de atividade extraclasse.
Questão 1) O desenvolvimento do direito ambiental no Brasil ocorre em três fases, não estanques, porém, distintas.
( ) a) A primeira fase é chamada de holística porque está relacionada ao período em que proliferou diplomas legislativos que tutelavam bens ambientais, como o Código de Água, de 1934, o Código Florestal de 1965, Código de Caça, Pesca e de Mineração, de 1967, a Lei de Responsabilidade por Dano Nuclear, de 1977, etc.
( ) b) A segunda fase corresponde àquela denominada de fragmentária, que se concentra no período do Brasil colonial e imperial, assim denominada por que é constituída por fragmentos legislativos, como o "Regimento sobre o Pau-Brasil", de 12 de dezembro de 1605, e a Carta Régia de D. Maria I, de 8 de maio de 1773.
( ) c) A terceira fase é designada de holística em razão de dar um tratamento orgânico e abrangente aos bens ambientais que estavam tutelados de formas isoladas. O início dessa fase ocorre com a Lei n.º 6.938, de 31 de agosto de 1981, concebendo o meio ambiente como macro bem.
( ) d) A primeira fase da história da legislação ambiental no Brasil é denominada de laissez-faire, onde, apesar da proteção de um ou outro bem ambiental, prevalecia a exploração desenfreada, com forte omissão do Estado para garantir a sobrevivência de espécies da fauna e flora. A quase total destruição do Pau-Brasil é testemunho desse período.
( ) e) A segunda fase é chamada de holística tendo em vista que com o advento da República e com a Revolução de 1930 uma série ampla de reforma do Estado brasileiro foi empreendida e a questão ambiental assumiu um forte apelo popular, daí o surgimento do Código de Água, de Caça, de Pesca, de Mineração.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
QUESTIONÁRIO DE DIREITO AMBIENTAL
QUESTÕES DE DIREITO AMBIENTAL
4º
BIMESTRE
MARQUE
A ÚNICA ALTERNATIVA CORRETA
1)
Conforme os fundamentos da Política
Nacional de Recursos Hídricos (Lei n. 9.433/1997. Art. 1º), em caso de escassez
de água, o uso prioritário dos recursos hídricos:
( ) É o
consumo humano e a dessedentação de animais;
( ) É o
consumo humano e o setor produtivo;
( ) É o setor produtivo, para manter os
empregos, e a dessedentação de animais;
2)
Conforme o artigo 5º da Lei n. 9433/97,
constitui instrumento da Política Nacional de Recursos hídricos:
( ) A cobrança pelo uso de recursos hídricos.
( ) A democratização do uso dos recursos
hídricos.
( ) A transferência para o setor privado da administração
dos recursos hídricos.
3)
Dentre os instrumentos da Política
Nacional de Recursos Hídricos, estabelece o artigo 5º da Lei 9.433/97 o uso do
enquadramento dos corpos de água em classes, segundo os usos preponderantes.
Conforme o artigo 9º, o enquadramento dos corpos de água visa:
( ) Dar valor econômico para o uso das águas,
para garantir um uso mais sustentável, pois só pagando se valoriza esse bem
esgotável.
( ) Assegurar às águas qualidade compatível
com os usos mais exigentes a que forem destinadas.
( )
Assegurar às águas qualidade compatível com os usos menos exigentes a
que forem destinadas.
4)
Na distribuição das competências
ambientais, o artigo 21 da Constituição Federal do Brasil estabelece que os
rios que banhem mais de um Estado são bens :
( ) Da União.
( ) Dos Estados;
( ) Dos Municípios e do Distrito Federal.
5) Quanto à necessidade da outorga pelo Poder
Público para o uso dos recursos hídricos, conforme o artigo 12 da Lei n.
9.433/97:
(
) É indispensável a outorga do Poder Público para o uso de recursos
hídricos para satisfazer a necessidade de pequenos núcleos populacionais, distribuídos no meio rural.
(
) É dispensável a outorga do Poder Público para o uso de recursos
hídricos para satisfazer a necessidade de pequenos núcleos populacionais, distribuídos no meio rural.
(
) Não há disposição legal que determine a outorga do Poder Público para
o uso de recursos hídricos a fim de satisfazer a necessidade de pequenos
núcleos populacionais, distribuídos no
meio rural.
DISSERTATIVA
Tendo
em vista a relação que o direito ambiental tem com os direitos humanos, e levando em conta as disposições da Lei
9.433, de 8 de janeiro de 1997 (Lei da Política Nacional de Recursos Hídricos) disserte
sobre o direito humano à agua.
Máximo de 30 Linhas, manuscrito.
Os
subsídios para essa dissertação podem ser buscados na consulta ao texto deixado
na Xerox, cujo título é “Direito à água: Entendendo seus Componentes Econômico,
Social e Cultural como Fatores de Desenvolvimento para os Povos Indígenas”, de
Luis Carlos Buob Concha.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Questionário de Introdução ao Estudo do Direito
Questionário
de Introdução ao Estudo do Direito
4º Bimestre
1)
O que é lei em sentido estrito ou
técnico?
2)
O que é ordenamento jurídico?
3)
A relação entre a ideia de sistema dinâmico
de normas e a positivação demonstra que essa última significou.....
4)
A validade da norma jurídica para Alf
Ross repousa sobre relação de probabilidade,
enquanto que para Hans Kelsen ela repousa na relação da norma jurídica com outras.......
5)
Na sua réplica à tese de Alf Ross (de
que a validade da norma jurídica repousa sobre relação de probabilidade), Hans
Kelsen defende sua própria tese de estabilização
contrafática, que pode ser conceituada como a atitude de esperarmos a
manutenção da expectativa de respeito.....
6)
Estabilização
contrafática de expectativas significa estabilização
sobre o :
( ) Evidente ( ) Não evidente
7)
O conceito de sistema jurídico envolve o
conceito de ordenamento e de ......
8)
Se diz que o primeiro passo para a
identificação da validade de uma norma é que ela seja ...................no
ordenamento.
10)
A
vigência de uma norma inicia-se com sua publicação.
Com relação à afirmação acima, pode-se dizer ser:
(
) FALSA
( ) VERDADEIRA
11)
“Vigência exprime, pois, a exigibilidade
de um comportamento, a qual ocorre a partir de um dado momento e até que a
norma seja revogada”.
Com
relação à afirmação acima, pode-se dizer ser:
( ) FALSA
( ) VERDADEIRA
12)
“Podemos dizer que a vigência inicia com
a publicação”
Com
relação à afirmação acima, pode-se dizer ser:
( ) FALSA
( ) VERDADEIRA
13)
“Uma norma pode ser válida, sem ser vigente”.
Com
relação à afirmação acima, pode-se dizer ser:
( ) FALSA
( ) VERDADEIRA
14)
Em geral a vigência de uma norma ocorre:
( ) Trinta (30) dias após ser oficialmente
publicada;
( ) Trinta e cinco (35) após ser oficialmente
publicada;
( ) Quarenta e cinco dias (45) após ser
oficialmente publicada;
15)
Entre o dia da publicação e o prazo
determinado de vigência, podemos dizer:
( )
Que a norma é vigente, mas não é válida;
( ) Que a norma é válida, mas não é vigente;
( ) Que a norma tem vigor, mas não é válida
nem vigente.
16)
Quanto ao conceito de “ultratividade” da
norma, podemos dizer que está relacionado:
( ) Ao conceito de manifestação da validez da
norma;
( ) Ao conceito de manifestação de vigor da
norma;
( ) Ao conceito de manifestação da eficácia da
norma;
17)
No nome
que se dá ao período em que a norma é válida ainda que não esteja vigente é de:
(
) Ultratividade;
( ) Vacatio
legis;
(
) Irretroatividade;
18)
Se durante a vacatio legis a norma vier a ser corrigida em seu texto, por erros
materiais ou falhas de ortografia, ensejando nova publicação:
( ) Será considerada lei nova, por respeito
ao princípio da legalidade, exigindo novo tempo de vacatio legis.
( ) Não será considerada lei nova,
permanecendo o seu tempo de vacatio legis
anterior.
( ) Não será considerada lei nova, mas seu
tempo de vacatio legis passará a
contar da nova publicação;
19)
Conforme a Lei de Introdução às Normas
do Direito Brasileiro, Lei n. 4657/42, somente será considerada lei nova:
( ) A lei cuja alteração por erro material ou
falhas de ortografia tenha ocorrido após ela entrar em vigor;
( ) A
lei cuja alteração por erro material ou falhas de ortografia tenha ocorrido
após ela ter entrado no sistema pela validez.
( ) A lei cuja alteração por erro material ou
falhas de ortografia tenha ocorrido após ela comprovar eficácia técnica.
20
) Segundo o artigo 8º da Lei Complementar 95/1998:
( ) A vigência
da lei será indicada de forma expressa e de modo a contemplar prazo razoável
para que dela se tenha amplo conhecimento, reservada a cláusula “entra em vigor
na data de sua publicação” para as leis de pequena repercussão.
( ) A vigência da lei será indicada de forma
expressa ou tácita e de modo a contemplar prazo razoável para que dela se tenha
amplo conhecimento, reservada a cláusula “entra em vigor na data de sua
publicação” para as leis de pequena repercussão.
( ) A vigência da lei será indicada de forma
expressa e de modo a contemplar prazo razoável para que dela se tenha amplo
conhecimento, reservada a cláusula “entra em vigor na data de sua publicação”
para as leis de grande repercussão.
21)
Quanto as normas de vigência indeterminada, podemos dizer que ela se funda
sobre o princípio:
( ) Da descontinuidade, haja vista que toda
norma uma hora perderá vigência.
( ) Da continuidade, haja vista que uma norma
só perderá vigor se uma outra modifica-la ou revoga-la.
( ) Da legalidade, pois ninguém está obrigado
de fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei.
22)
Quanto
aos critérios de validade das normas, podemos afirmar que são:
( ) Homogêneos, pois possuem exigências iguais
para as diversas modalidades normativas, como Emenda Constitucional, Lei
Complementar, Lei Ordinária, Portaria e Resoluções.
( ) Diferenciados, pois possuem exigências
iguais para as diversas modalidades normativas, como Emenda Constitucional, Lei
Complementar, Lei Ordinária, Portaria e Resoluções.
( ) Diferenciados, pois possuem exigências
heterogêneas para as diversas modalidades normativas, como Emenda
Constitucional, Lei Complementar, Lei Ordinária, Portaria e Resoluções.
23)
Quanto à eficácia técnico-normativa, a
dogmática exige que uma norma:
( ) Esteja relacionada aos valores morais de
uma determinada sociedade, e como exemplo temos a Lei 8.072/1990, Lei de Crimes
Hediondos;
( )
Esteja relacionada as outras normas do ordenamento jurídico, e como exemplo
temos a Lei 8.072/1990, Lei de Crimes Hediondos;
( ) Esteja relacionada aos valores morais de
uma determinada sociedade e ao ordenamento jurídico, e como exemplo temos a Lei
8.072/1990, Lei de Crimes Hediondos;
24)
Quanto ao tipo de funções eficaciais das
normas, figuram três:
( ) Função de Bloqueio, Função de Programa e
Função Contida;
( ) Função de Programa, Função de Bloqueio e
Função de Resguardo;
( ) Função de Bloqueio, Função de Síntese e
Função de Resguardo;
25)
Quanto aos tipos de norma jurídica
conforme sua eficácia, ela pode ou não depender de outras normas, e nesse caso
podemos dizer que as normas de eficácia contida:
( ) São aquelas que tem eficácia plena até que
venha outra norma restringindo sua eficácia, como é o caso do disposto no
artigo 5º, XIII, da Constituição Federal.
( ) São aquelas que tem eficácia plena até que
venha outra norma restringindo sua eficácia, como é o caso do disposto no
artigo 129 do Código Penal.
( ) São aquelas que tem eficácia plena até que
venha outra norma restringindo sua eficácia, como é o caso do disposto no
artigo 218, da Constituição Federal.
26)
“A lei excepcional ou temporária, embora
decorrido o período de sua duração ou cessadas as circunstâncias que a
determinaram, aplica-se ao fato praticado durante sua vigência”.
Quanto
à afirmação acima, ela diz respeito:
a) Irretroatividade;
b) Retroatividade;
c) Ultratividade;
27)
Quanto ao mecanismo da revogação pode-se
afirmar que:
( ) Corresponde a vigência de uma lei mesmo
que tenha perdido a validade;
(
) Corresponde a tornar sem efeitos uma norma retirando sua obrigatoriedade.
( ) Corresponde ao acrescimento de
obrigatoriedade de uma norma, sendo vigente, ainda que não tenha vigor.
28)
Quanto à vigência espacial de uma norma,
podemos afirma que o Brasil adota a:
( ) Teoria da Territorialidade Moderada;
( ) Teoria da Territorialidade;
( ) Teoria da Extraterritorialidade;
29)
No que diz respeito às espécies de
revogação, podemos afirmar:
( ) São de apenas uma tipo, ab-rogação, que é
a forma de revogação total de uma norma;
( ) São de três tipo, a principal é a
derrogação, que é a forma de revogação parcial de uma norma;
( ) São de dois tipos ou espécies, onde a
ab-rogação corresponde a forma de
revogação total da norma;
30)
Com base no fenômeno da repristinação de
uma norma abolida, e conforme determinação do parágrafo 3º do artigo 2º da Lei
n. 4.657/1942 (com redação da Lei n. 12.376/2010), podemos afirmar que:
( ) Quando o legislador derroga ou ab-roga uma
lei que revogou a anterior, a lei que foi derrogada fica restabelecida;
( ) Quando o legislador derroga ou ab-roga uma
lei que revogou a anterior, a lei que foi derrogada não é restabelecida;
( ) Quando o legislador derroga ou ab-roga uma
lei que revogou a anterior, a lei que foi derrogada não é restabelecida, salvo
disposição em contrário;
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