sexta-feira, 3 de abril de 2015

DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 2) COM BASE NAS DISCUSSÕES EM SALA E NOS SLIDES DEPOSITADOS NO YAHOO GRUPO, RESPONDA A QUESTÃO.

No plano internacional a questão ambiental teve importantes desdobramentos, como vimos em sala de aula. Já na década de 60 e 70, o modelo industrial dava mostra de seu esgotamento, e importantes figuras como Rachel Carson trazia pesquisas apontando a toxidade de inseticidas como o DDT em sua obra “Primavera Silenciosa”, de 1962. Nela, chega a afirma que “essas substâncias não deveriam ser chamadas de inseticidas, mas de biocidas”. Leia o texto e responda a questão seguinte:


LEI Nº 11.936, DE 14 DE MAIO DE 2009. 
Proíbe a fabricação, a importação, a exportação, a manutenção em estoque, a comercialização e o uso de diclorodifeniltricloretano (DDT) e dá outras providências. 

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: 
Art. 1o É proibida, em todo o território nacional, a fabricação, a importação, a exportação, a manutenção em estoque, a comercialização e o uso de diclorodifeniltricloretano (DDT). 
Art. 2o Os estoques de produtos contendo DDT, existentes no País à data da publicação desta Lei, deverão ser incinerados no prazo de 30 (trinta) dias, tomadas as devidas cautelas para impedir a poluição do ambiente e riscos para a saúde humana e animal. 
Art. 3o (VETADO) 
Art. 4o O Poder Executivo realizará, no prazo de 2 (dois) anos, a contar da data da publicação desta Lei, estudo de avaliação do impacto ambiental e sanitário causado pelo uso de DDT para controle de vetores de doenças humanas, na Amazônia. 
Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 14 de maio de 2009; 188o da Independência e 121o da República.




Com relação a questão sobre o DDT, assinale a ÚNICA alternativa correta, justificando no campo “Comentário”:

(    ) a) Uma das razões que levou o legislador a estabelecer na lei supra citada a determinação de avaliação de impacto ambiental e sanitário (art. 4º) foi aquilo que Rachel Carson chamou de  “seletividade” e de “toxidade em espiral” do DDT.


(    ) b) Uma das razões que levou o legislador a estabelecer na lei supra citada a determinação de avaliação de impacto ambiental e sanitário (art. 4º) foi aquilo que Rachel Carson chamou de “não seletividade” e  “toxidade em espiral” do DDT.

(    ) c) Uma das razões que levou o legislador a estabelecer na lei supra citada a determinação de avaliação de impacto ambiental e sanitário (art. 4º) foi aquilo que Rachel Carson  chamou de “mesmerização” do DDT.















DIREITO AMBIENTAL: TURMA 2015. QUESTÃO 1) COM BASE NAS DISCUSSÕES EM SALA E NOS SLIDES DEPOSITADOS NO YAHOO GRUPO, RESPONDA A QUESTÃO.

O surgimento do Direito Ambiental enquanto disciplina com objeto próprio na "federação" das disciplinas jurídicas comportou uma evolução que pode ser esquematicamente divisada e explicada conforme os enunciados abaixo. Marque a ÚNICA questão correta na enquete ao lado, e JUSTIFIQUE sua resposta no campo "COMENTÁRIO", enviando com sua identificação, para atribuição de nota de atividade extraclasse. 

Questão 1) O desenvolvimento do direito ambiental no Brasil ocorre em três fases, não estanques, porém, distintas.


(    ) a) A primeira fase é chamada de holística porque está relacionada ao período em que proliferou diplomas legislativos que tutelavam bens ambientais, como o Código de Água, de  1934, o Código Florestal de 1965, Código de Caça, Pesca e de Mineração, de 1967, a Lei de Responsabilidade por Dano Nuclear, de 1977, etc.

(    ) b) A segunda fase corresponde àquela denominada de fragmentária, que se concentra no período do Brasil colonial e imperial, assim denominada por que é constituída por fragmentos legislativos, como o "Regimento sobre o Pau-Brasil", de 12 de dezembro de 1605, e a Carta Régia de D. Maria I, de 8 de maio de 1773.  

(    ) c) A terceira fase é designada de holística em razão de dar um tratamento orgânico e abrangente aos bens ambientais que estavam tutelados de formas isoladas. O início dessa fase ocorre com a Lei n.º 6.938, de 31 de agosto de 1981, concebendo o meio ambiente como macro bem. 

(   ) d) A primeira fase da história da legislação ambiental no Brasil é denominada de laissez-faire, onde, apesar da proteção de um ou outro bem ambiental, prevalecia a exploração desenfreada, com forte omissão do Estado para garantir a sobrevivência de espécies da fauna e flora. A quase total destruição do Pau-Brasil é testemunho desse período.

(    ) e) A segunda fase é chamada de holística tendo em vista que com o advento da República e com a Revolução de 1930 uma série ampla de reforma do Estado brasileiro foi empreendida e a questão ambiental assumiu um forte apelo popular, daí o surgimento do Código de Água, de Caça, de Pesca, de Mineração.    

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

QUESTIONÁRIO DE DIREITO AMBIENTAL

QUESTÕES DE DIREITO AMBIENTAL
4º BIMESTRE
MARQUE A ÚNICA ALTERNATIVA CORRETA


1)      Conforme os fundamentos da Política Nacional de Recursos Hídricos (Lei n. 9.433/1997. Art. 1º), em caso de escassez de água, o uso prioritário dos recursos hídricos:
(   )  É o consumo humano e a dessedentação de animais;
(   )  É o consumo humano e o setor produtivo;
(   ) É o setor produtivo, para manter os empregos, e a dessedentação de animais;


2)      Conforme o artigo 5º da Lei n. 9433/97, constitui instrumento da Política Nacional de Recursos hídricos:

(    ) A cobrança pelo uso de recursos hídricos.
(    ) A democratização do uso dos recursos hídricos.
(    ) A transferência para o setor privado da administração dos recursos hídricos.

3)      Dentre os instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, estabelece o artigo 5º da Lei 9.433/97 o uso do enquadramento dos corpos de água em classes, segundo os usos preponderantes. Conforme o artigo 9º, o enquadramento dos corpos de água visa:

(  ) Dar valor econômico para o uso das águas, para garantir um uso mais sustentável, pois só pagando se valoriza esse bem esgotável.
(    ) Assegurar às águas qualidade compatível com os usos mais exigentes a que forem destinadas.
(   )  Assegurar às águas qualidade compatível com os usos menos exigentes a que forem destinadas.

4)      Na distribuição das competências ambientais, o artigo 21 da Constituição Federal do Brasil estabelece que os rios que banhem mais de um Estado são bens :


(    ) Da União.

(    ) Dos Estados;
(    ) Dos Municípios e do Distrito Federal.

5)        Quanto à necessidade da outorga pelo Poder Público para o uso dos recursos hídricos, conforme o artigo 12 da Lei n. 9.433/97:

(   ) É indispensável a outorga do Poder Público para o uso de recursos hídricos para satisfazer a necessidade de pequenos núcleos  populacionais, distribuídos no meio rural.
(   ) É dispensável a outorga do Poder Público para o uso de recursos hídricos para satisfazer a necessidade de pequenos núcleos  populacionais, distribuídos no meio rural.
(   ) Não há disposição legal que determine a outorga do Poder Público para o uso de recursos hídricos a fim de satisfazer a necessidade de pequenos núcleos  populacionais, distribuídos no meio rural.



DISSERTATIVA

Tendo em vista a relação que o direito ambiental tem com os direitos humanos,  e levando em conta as disposições da Lei 9.433, de 8 de janeiro de 1997 (Lei da Política Nacional de Recursos Hídricos) disserte sobre o direito humano à agua. Máximo de 30 Linhas, manuscrito.

Os subsídios para essa dissertação podem ser buscados na consulta ao texto deixado na Xerox, cujo título é “Direito à água: Entendendo seus Componentes Econômico, Social e Cultural como Fatores de Desenvolvimento para os Povos Indígenas”, de Luis Carlos Buob Concha.


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Questionário de Introdução ao Estudo do Direito

Questionário de Introdução ao Estudo do Direito
4º Bimestre

1)      O que é lei em sentido estrito ou técnico?

2)      O que é ordenamento jurídico?

3)      A relação entre a ideia de sistema dinâmico de normas e a positivação demonstra que essa última significou.....
4)      A validade da norma jurídica para Alf Ross repousa sobre relação de probabilidade, enquanto que para Hans Kelsen ela repousa na relação da norma jurídica com outras.......

5)      Na sua réplica à tese de Alf Ross (de que a validade da norma jurídica repousa sobre relação de probabilidade), Hans Kelsen defende sua própria tese de estabilização contrafática, que pode ser conceituada como a atitude de esperarmos a manutenção da expectativa de respeito.....
6)      Estabilização contrafática de expectativas significa estabilização sobre o :

(   ) Evidente                                   (   ) Não evidente

7)      O conceito de sistema jurídico envolve o conceito de ordenamento e de ......
8)      Se diz que o primeiro passo para a identificação da validade de uma norma é que ela seja ...................no ordenamento.


10)   A vigência de uma norma inicia-se com sua publicação.

Com relação à  afirmação acima,  pode-se dizer ser:

(   ) FALSA                                                (   ) VERDADEIRA


11)  “Vigência exprime, pois, a exigibilidade de um comportamento, a qual ocorre a partir de um dado momento e até que a norma seja revogada”.

Com relação à afirmação acima, pode-se dizer ser:

(    ) FALSA                                                  (    ) VERDADEIRA

12)  “Podemos dizer que a vigência inicia com a publicação”


Com relação à afirmação acima, pode-se dizer ser:

(    ) FALSA                                                   (    ) VERDADEIRA


13)   “Uma norma pode ser válida, sem ser vigente”.

Com relação à afirmação acima, pode-se dizer ser:


(    ) FALSA                                                  (    ) VERDADEIRA

14)  Em geral a vigência de uma norma ocorre:

(   ) Trinta (30) dias após ser oficialmente publicada;

(   ) Trinta e cinco (35) após ser oficialmente publicada;

(   ) Quarenta e cinco dias (45) após ser oficialmente publicada;

15)  Entre o dia da publicação e o prazo determinado de vigência, podemos dizer:
 (   ) Que a norma é vigente, mas não é válida;
(   ) Que a norma é válida, mas não é vigente;
(   ) Que a norma tem vigor, mas não é válida nem vigente.

16)  Quanto ao conceito de “ultratividade” da norma, podemos dizer que está relacionado:
(   ) Ao conceito de manifestação da validez da norma;
(   ) Ao conceito de manifestação de vigor da norma;
(   ) Ao conceito de manifestação da eficácia da norma;

17)     No nome que se dá ao período em que a norma é válida ainda que não esteja vigente é de:
         (   ) Ultratividade;
         (    ) Vacatio legis;
         (    ) Irretroatividade;
18)     Se durante a vacatio legis a norma vier a ser corrigida em seu texto, por erros materiais ou falhas de ortografia, ensejando nova publicação:
(    ) Será considerada lei nova, por respeito ao princípio da legalidade, exigindo novo tempo de vacatio legis.
(    ) Não será considerada lei nova, permanecendo o seu tempo de vacatio legis anterior.
(    ) Não será considerada lei nova, mas seu tempo de vacatio legis passará a contar da nova publicação;

19)  Conforme a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, Lei n. 4657/42, somente será considerada lei nova:

(    ) A lei cuja alteração por erro material ou falhas de ortografia tenha ocorrido após ela entrar em vigor;
(   )   A lei cuja alteração por erro material ou falhas de ortografia tenha ocorrido após ela ter entrado no sistema pela validez.
(    ) A lei cuja alteração por erro material ou falhas de ortografia tenha ocorrido após ela comprovar eficácia técnica.

20 ) Segundo o artigo 8º da Lei Complementar 95/1998:

 (   ) A vigência da lei será indicada de forma expressa e de modo a contemplar prazo razoável para que dela se tenha amplo conhecimento, reservada a cláusula “entra em vigor na data de sua publicação” para as leis de pequena repercussão.
(   ) A vigência da lei será indicada de forma expressa ou tácita e de modo a contemplar prazo razoável para que dela se tenha amplo conhecimento, reservada a cláusula “entra em vigor na data de sua publicação” para as leis de pequena repercussão.
(   ) A vigência da lei será indicada de forma expressa e de modo a contemplar prazo razoável para que dela se tenha amplo conhecimento, reservada a cláusula “entra em vigor na data de sua publicação” para as leis de grande repercussão.

21) Quanto as normas de vigência indeterminada, podemos dizer que ela se funda sobre o princípio:

(   ) Da descontinuidade, haja vista que toda norma uma hora perderá vigência.
(  ) Da continuidade, haja vista que uma norma só perderá vigor se uma outra modifica-la ou revoga-la.
(   ) Da legalidade, pois ninguém está obrigado de fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei.

22)   Quanto aos critérios de validade das normas, podemos afirmar que são:

(   ) Homogêneos, pois possuem exigências iguais para as diversas modalidades normativas, como Emenda Constitucional, Lei Complementar, Lei Ordinária, Portaria e Resoluções.
(   ) Diferenciados, pois possuem exigências iguais para as diversas modalidades normativas, como Emenda Constitucional, Lei Complementar, Lei Ordinária, Portaria e Resoluções.
(  ) Diferenciados, pois possuem exigências heterogêneas para as diversas modalidades normativas, como Emenda Constitucional, Lei Complementar, Lei Ordinária, Portaria e Resoluções.

23)  Quanto à eficácia técnico-normativa, a dogmática exige que uma norma:

(   ) Esteja relacionada aos valores morais de uma determinada sociedade, e como exemplo temos a Lei 8.072/1990, Lei de Crimes Hediondos;
(   ) Esteja relacionada as outras normas do ordenamento jurídico, e como exemplo temos a Lei 8.072/1990, Lei de Crimes Hediondos;
(   ) Esteja relacionada aos valores morais de uma determinada sociedade e ao ordenamento jurídico, e como exemplo temos a Lei 8.072/1990, Lei de Crimes Hediondos;
24)  Quanto ao tipo de funções eficaciais das normas, figuram três:

(   ) Função de Bloqueio, Função de Programa e Função Contida;
(   ) Função de Programa, Função de Bloqueio e Função de Resguardo;
(   ) Função de Bloqueio, Função de Síntese e Função de Resguardo;
25)  Quanto aos tipos de norma jurídica conforme sua eficácia, ela pode ou não depender de outras normas, e nesse caso podemos dizer que as normas de eficácia contida:

(   ) São aquelas que tem eficácia plena até que venha outra norma restringindo sua eficácia, como é o caso do disposto no artigo 5º, XIII, da Constituição Federal.
(   ) São aquelas que tem eficácia plena até que venha outra norma restringindo sua eficácia, como é o caso do disposto no artigo 129 do Código Penal.
(   ) São aquelas que tem eficácia plena até que venha outra norma restringindo sua eficácia, como é o caso do disposto no artigo 218, da Constituição Federal.
26)  “A lei excepcional ou temporária, embora decorrido o período de sua duração ou cessadas as circunstâncias que a determinaram, aplica-se ao fato praticado durante sua vigência”.

Quanto à afirmação acima, ela diz respeito:

a)      Irretroatividade;
b)      Retroatividade;
c)      Ultratividade;


27)  Quanto ao mecanismo da revogação pode-se afirmar que:

(    ) Corresponde a vigência de uma lei mesmo que tenha perdido a validade;
( ) Corresponde a tornar sem efeitos uma norma retirando sua obrigatoriedade.
(  ) Corresponde ao acrescimento de obrigatoriedade de uma norma, sendo vigente, ainda que não tenha vigor. 

28)  Quanto à vigência espacial de uma norma, podemos afirma que o Brasil adota a:
(   ) Teoria da Territorialidade Moderada;
(   ) Teoria da Territorialidade;
(   ) Teoria da Extraterritorialidade;
29)  No que diz respeito às espécies de revogação, podemos afirmar:

(   ) São de apenas uma tipo, ab-rogação, que é a forma de revogação total de uma norma;
(    ) São de três tipo, a principal é a derrogação, que é a forma de revogação parcial de uma norma;
(    ) São de dois tipos ou espécies, onde a ab-rogação  corresponde a forma de revogação total da norma;
30)  Com base no fenômeno da repristinação de uma norma abolida, e conforme determinação do parágrafo 3º do artigo 2º da Lei n. 4.657/1942 (com redação da Lei n. 12.376/2010), podemos afirmar que:
(   ) Quando o legislador derroga ou ab-roga uma lei que revogou a anterior, a lei que foi derrogada fica restabelecida;
(   ) Quando o legislador derroga ou ab-roga uma lei que revogou a anterior, a lei que foi derrogada não é  restabelecida;
(   ) Quando o legislador derroga ou ab-roga uma lei que revogou a anterior, a lei que foi derrogada não é restabelecida, salvo disposição em contrário;








                                       

                                       

                                       






quarta-feira, 17 de setembro de 2014

 QUESTÕES DE INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO
3º BIMESTRE
1-      Leia a definição de norma legal abaixo explique os termos em negrito:
“Assim, uma norma legal, isto é, uma norma revestida do caráter de lei – em sentido estrito, uma lei é um elemento do sistema do ordenamento”.

Lei:
Sistema:
Ordenamento:

2-      A lei no sentido amplo corresponde àquela expressão normativa que engloba todas as normas escritas.

Quanto à definição acima, podemos afirmar ser:


(   )  VERDADEIRA                 (   ) FALSA

3-      A teoria do ordenamento jurídico é um fenômeno moderno, e vem suprir a necessidade que as mudanças trazem no surgimento da sociedade capitalista, que por sua vez rompeu com o paradigma do direito imutável (natural), se caracterizando como expressão positiva do direito. Essa teoria torna possível identificar uma norma por seu conteúdo, e não por sua validade.
Quanto à afirmação acima, podemos dizer que é:

       (   ) VERDADEIRA               (    ) FALSA
4-      As expressões lex superior, lex posterior, lex specialis, são expressões que se encaixam na ideia de regras de relação, fundamentais na concepção de estrutura.

Quanto à afirmação acima, podemos dizer que é:

(   )  VERDADEIRA                              (   ) FALSA


5-      Insira os termos indicados em vermelho nas figuras em azul, na ordem  correspondente aos respectivos conceitos:














segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Questão Dissertativa de Direito Ambiental: Lei Complementar 140/2011

O texto dessa lei foi depositado na pasta do Yahoo Grupo, deve ser usada em sala de aula. Foi igualmente depositado os slides sobre as aulas de Avaliação de Impacto Ambiental e um Acordão do STJ sobre a Competência do IBAMA para licenciamento de atividades.

QUESTÕES DE DIREITO AMBIENTAL

MARQUE A ÚNICA ALTERNATIVA CORRETA

 1) No último exame da OAB, uma das questões discorria sobre licenças ambientais (Questão 35, Prova Branca), mencionando a Licença de Operação sem a qual um empreendimento, como a fábrica de calçados mencionada na prova, não pode iniciar sua produção. Além da LO (Licença de Operação), figuram também como licenças exigíveis no processo, segundo determinação do artigo 8º da Resolução 237/97 do CONAMA:

(   ) Licença Prévia (LP) e Licença de Instalação (LI);
(   ) Licença Prévia (LP) e Licença de Impacto de Vizinhança (LIV);
(   ) Licença de Instalação (LI) e Licença de Impacto de Vizinhança (LIV);
(   ) Licença de Instalação (LI) e Licença de Autorização;

 2)  Quanto a licença ambiental de empreendimentos que utilizem energia nuclear, a Lei Complementar 140/2011, em seu artigo 7º, inciso  XIV, “g”,  confere competência:


(   ) Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);
(   ) Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA);
(   ) Institucional Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), mediante parecer da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN);
(   ) Ministério do Meio Ambiente;

 3) Utilizando-se da legislação ambiental, o Instituto Socioambiental exigiu do INPE a publicação do Relatório de desmatamento na Amazônia no decurso 2012-2013, com meses de atraso, vindo a ser publicado no último dia 9 de setembro (2014). Conforme o artigo 2º, parágrafo 2º, da Lei sobre Acesso Público aos Dados e Informações Existentes nos Órgãos e Entidades Integrantes do SISNAMA (Lei 10.650/2003), podemos afirmar que:
(  ) Que todas as informações ambientais que se encontram sob o poder dos órgãos e entidades da Administração Pública, podem ser objeto de requisição pela sociedade.
(  ) Que somente as informações relacionadas aos organismos geneticamente modificados (OGM), podem ser requisitadas pela sociedade.
(   ) Que todas as informações produzidas pelas autoridades públicas podem ser objeto de requisição pela sociedade, exceto as militares.
(   ) Que os todas informações em matéria ambiental podem ser requisitadas, exceto as que correspondem ao sigilo comercial, industrial ou financeiro, e as comunicações internas dos órgãos e entidades governamentais, ou aquelas definidas em lei.

 4) Quando cabível, a apresentação do Estudo de Impacto Ambiental e do respectivo Relatório de Impacto sobre Meio Ambiente (EIA-Rima) deve ser exigida no procedimento de licenciamento ambiental.
A esse respeito, considere as afirmativas abaixo.

I-                   O EIA-Rima tem por objetivos a avaliação prévia dos impactos ambientais referentes às obras e às atividades potencialmente causadoras de significativa degradação do meio ambiente.
II-                As audiências públicas estão previstas no curso do procedimento de licenciamento ambiental de atividades potencialmente causadoras de significativa degradação do meio ambiente.
III-             A apresentação do EIA-Rima deve ocorrer no âmbito do procedimento de licença de instalação, sendo que a certeza científica a respeito do dano ambiental afasta a sua exigibilidade.                
É correto APENAS o que se afirma em

a)      I
b)      II
c)      I e II
d)     I e III
e)      II e III

5) Quanto as atividade que se exigem a elaboração de Avaliação de Impacto Ambiental e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental, conforme determinação da Resolução 1 do CONAMA, em seu artigo 2º , temos as seguintes, com exceção de uma:

(   ) Linhas de transmissão de energia elétrica acima de 230 KV.

(   ) Ferrovias. 

(   ) Estradas de rodagem com uma faixa de rolamento.

(   ) Projetos agropecuários que contemplem áreas acima de 1000 ha

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Atividade Extraclasse para a Disciplina: Introdução ao Estudo do Direito.

PRAZO MÁXIMO DA ENTREGA DA ATIVIDADE: 12/06/2014.

A prática popular de emissão de cheque pré-datado foi e tem sido alvo de controvérsias doutrinárias e jurisprudenciais. Pergunta-se: essa prática pode ser qualificada como costume contra legem ou como costume praeter legem ?  Explique.  

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Atividade Extraclasse para a Disciplina: Introdução ao Estudo do Direito

COM BASE NAS AULAS EXPOSITIVAS SOBRE AS FONTES DO DIREITO, RESOLVA A QUESTÃO SEGUINTE, QUE FOI ADAPTADA DO CONCURSO PARA PROCURADOR DO MUNICÍPIO NO ANO DE 2011.

Com base na aula expositiva sobre as Fontes do Direito, resolva a questão seguinte que foi adaptada do Concurso para Procurador realizado em 2011.

Desempenhando diferentes funções, classifica-se o costume, conforme o seu conteúdo, do seguinte modo:

I. praeter legem.
II. secundum legem.
III. contra legem.

Sobre eles, é correto afimar que o primeiro

(   ) a) é interpretativo; o segundo exerce função supletiva; e o terceiro não é admitido pelo sistema, todavia pode induzir o legislador a modificar leis anacrônicas ou injustas.

(   ) b) não é admitido pelo sistema, embora possa induzir o legislador a modificar leis anacrônicas ou injustas; o segundo é interpretativo; e o terceiro exerce função supletiva.

(   ) c) exerce a função supletiva; o segundo é interpretativo; e o terceiro não é admitido pelo sistema, embora possa induzir o legislador a modificar leis anacrônicas ou injustas.

(   ) d) não é admitido pelo sistema, embora possa induzir o legislador a modificar leis anacrônicas ou injustas; o segundo exerce função supletiva; e o terceiro é interpretativo.

(   ) e) é interpretativo; o segundo não é admitido pelo sistema, embora possa induzir o legislador a modificar leis anacrônicas ou injustas; e o terceiro exerce função supletiva.